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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Uma história de Natal: recursos diferentes, idêntica magia?

Como seria contada a história da natividade se em vez do Menino Jesus ter nascido na Antiguidade, este facto tivesse ocorrido no Mundo atual, em plena “Aldeia Global”?
Será que a Anunciação e a informação da gravidez da Virgem Maria a São José seriam também verbais? E o que dizer em relação aos Reis Magos, onde é que eles iriam adquirir as oferendas para o Menino?
Partindo destas questões foi divulgado, no You Tube, há alguns anos, um vídeo, que já conta com milhões de visualizações e que merece alguma reflexão, sobre, por um lado, a dependência das sociedades atuais e do comum cidadão, em relação às novas tecnologias de informação/comunicação e às ferramentas colocadas à sua disposição na web e, por outro, à premente necessidade de cada um de nós adquirir maiores competências digitais, sob o risco de ficarmos excluídos deste “Admirável mundo novo”.

Contudo não podemos restringir as competências digitais à capacidade de aceder aos recursos e à maior destreza na sua utilização, mas compreender e avaliar de modo crítico as suas virtualidades, os seus conteúdos e os seus riscos.
Redes sociais, correio eletrónico, motores de busca, comércio eletrónico, telemóveis de última geração, não são esquecidas nesta história de natal digital, e se a sua utilização facilita a comunicação e aproxima pessoas, regiões e países, também em simultâneo vão acelerar o nosso ritmo de vida, pois que espaço e tempo são duas variáveis indissociáveis, em que encurtando o primeiro, acelera-se o segundo.
Vivemos deste modo ao ritmo da tecnologia, ritmo este incompatível com o da mente humana, que nos transforma cada vez mais em autênticos autómatos, em seres sem tempo para pensar e refletir, quanto mais para realizar a tão necessária, quanto fundamental introspeção.
Assim, ao ritmo da tecnologia disponível, e consequentemente de forma quase alucinante, conta-se a história de natal com novos ingredientes, mas com os mesmos sentimentos.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Como seria o mundo sem …os media? aos olhos dos alunos do 3º A


Os alunos da turma A, do 3º ano, da professora Gabriela aceitaram o repto de imaginar como seria o mundo sem rádio, televisão, telefone e telemóvel. Fica o registo de alguns dos textos apresentados pelos alunos da turma, quando questionados sobre “Como seria o mundo sem…”

 … RÁDIO

“Se não tivéssemos rádio não podíamos ouvir as notícias”. (Simão Pereira)

“Não podíamos ouvir música quando vamos a algum lado. Com a invenção da rádio, já podemos ouvir música no carro”. (Ricardo Coelho)

… TELEVISÃO

“No mundo sem televisão seria difícil haver realizadores e ninguém ganharia dinheiro com a profissão de actor ou de realizador”. (Rui)

“No mundo sem televisão não se podia saber as notícias, nem ver os factos ocorridos nos outros países, cidades…As pessoas sem televisão não podiam ver os telejornais e outros programas televisivos” (Bruna Ribeiro), assim como “não sabíamos o tempo que iria estar” (Bernardo Esteves), “nem o que deveríamos usar”. (Sérgio Gomes)

… TELEFONE

“O mundo sem telefone seria muito diferente porque as pessoas para comunicarem teriam de ir pessoalmente a casa uma das outras. E também não conseguiríamos viver sem telefone, porque em algumas situações de perigo ele é muito útil”. (Gonçalo)

… TELEMÓVEL

“Eu não conseguia viver sem um telemóvel porque numa situação de perigo ele é útil. Como, por exemplo, quando alguém está ferido essa pessoa pode telefonar ao 112”. (Tiago Lopes) (o aluno Pedro Pais expressou também a mesma ideia)

“O mundo sem telemóvel colocaria algumas dificuldades se quiséssemos comunicar com uma pessoa que estivesse longe. Teríamos de enviar cartas, que demorariam tempo a chegar ao destino”. (Rodrigo)

“Se não houvesse telemóvel as pessoas não podiam comunicar de um sítio para o outro e teriam de estar ao pé uma das outras, para contactar de viva voz”. (Alexandre Ferreira)

“Se não houvesse telemóvel as pessoas não podiam telefonar a partir de qualquer lugar aos seus amigos, nem falar com outras pessoas. É muito útil quando há uma urgência porque pode salvar a vida de alguém”. (João Sebastião)

“Sem telemóvel as pessoas não podem comunicar com os amigos, com colegas ou um familiar que esteja noutra cidade, vila ou aldeia”. (Pedro Valério)

  “O mundo (sem telemóvel) seria aborrecido e gastaríamos mais dinheiro em deslocações. A não ser que… escrevêssemos uma carta, mas demoraria dois dias a chegar ao destino! Por isso, ainda bem que inventaram as novas tecnologias, principalmente o telemóvel! (Maria Alexandre)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Como seria a vida sem os media?


Hoje, dia 3 de maio, é a data em que, por iniciativa da ONU, se evoca a liberdade de Imprensa e de expressão e que, simultaneamente, é lançado no nosso País a iniciativa “Um dia com os media”, que visa promover o espírito crítico e a criatividade relativamente aos meios de comunicação.

Num tempo em que os meios de informação e comunicação, quer os mais tradicionais, quer os das últimas gerações tecnológicas, se tornaram omnipresentes na sociedade e permitem, como nunca, que os cidadãos se exprimam no espaço público, faz sentido desenvolver um olhar crítico sobre o papel que ocupam na construção de opiniões, crenças e do próprio quotidiano.

Será que conseguimos, hoje, imaginar a vida sem telemóvel, televisão ou computador? Uma vida onde não dispuséssemos de internet? Uma vida sem livros, jornais, revistas ou cinema? Uma vida onde não existisse consola de jogos, mp3, mp4, tablets, youtube, facebook ou outros dispositivos e redes de comunicação recentes? Como seria essa vida? Que sentido teria? Que sentimento nos provocaria?

Já imaginou como seria a vida sem os media?

É este o desafio de reflexão que "Fora de porta" propõe a todos os seus leitores.

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