A porta

A porta
Lógotipo da Biblioteca Escolar

domingo, 15 de abril de 2012

Feira do Livro regressa ao Parque Eduardo VII, em Lisboa


A Feira do Livro de Lisboa decorrerá de 24 de Abril a 13 de Maio de 2012, com descontos e promoções para todos os leitores.

Esta será a 82ª edição da Feira do Livro que se realiza desde 1930. A Feira acontece no Parque Eduardo VII, tem entrada gratuita, e convida o público a verificar o que há de novo no mundo da literatura, onde se inclui conhecer novos autores, os lançamentos mais recentes e também prestigiar autores portugueses já consagrados na literatura lusófona, para além de proporcionar um passeio no ambiente tranquilo do parque.

A Feira do Livro de Lisboa é organizada pela APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros), o evento é repetido todos os anos com vista ao fomento de hábitos de leitura e à difusão de obras de língua portuguesa.

De acordo com o regulamento lançado pela APEL, a grande maioria dos artigos vendidos na feira devem ter um desconto que pode variar entre os 10 e os 30%. As promoções são ainda maiores nos períodos especiais "hora H", a serem devidamente determinados pela organização(em anos anteriores entre as 22H00 e as 23h00, de 2ª a 5ª feira), e para obras apontadas como o "Livro do Dia" ou "Livro em Promoção".

Este ano é esperada a presença de cerca de 120 participantes que se dividem por diversos pavilhões (aproximadamente 250); junta editores, livrarias e escritores, que dividem mesas redondas, conferências e eventos paralelos e estão previstas várias sessões de autógrafos e lançamentos de livros de escritores nacionais e internacionais.

Imperdível, não é mesmo?

A feira vai estar aberta de segunda a quinta-feira entre as 12H30 e as 23H00 e de sexta-feira a domingo das 11H00 à meia-noite.

Agora que só falta um pouco mais de uma semana para a abertura deste evento “fora de porta” conta desesperadamente as horas, os minutos e segundos que faltam e sofre de ansiedade… bem gostaria que as barraquinhas estivessem por lá todo o ano e… ter a carteira bem recheadinha!!!!

Boas compras e muitas leituras!

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Utilização da biblioteca escolar durante o 2º Período


Com um ligeiro atraso divulga-se os dados estatísticos referentes à utilização da biblioteca no 2º período em acesso livre e o TOP MAIS da leitura domiciliária.

Assim:

 UTILIZAÇÃO EM REGIME LIVRE

 Nº de inscrições registadas: 724
 Nº de alunos registados: 85

 Alunos registados que frequentaram mais assiduamente a biblioteca escolar:
• 1º - Leonardo Salsinha, do 1º ano
• 2º - Carlota Taínha, do 1º ano
• 3º - Joelma Germano, do 1º ano

 Turma + frequentadora em acesso livre:
• 1º - 3ºA
• 2º - 1º/2º
• 3º - 4º A


 Atividades que envolveram mais alunos:
• 1º - Desenhar
• 2º - Informática
• 3º - Jogar


 LEITURA DOMICILIÁRIA:

 Nº de requisições: 663
 Nº de alunos envolvidos: 130

 Os 10 Autores + lidos:
• 1º - Luísa Ducla Soares, com 23 empréstimos
• 2º - José Jorge Letria e Tiago Salgueiro, com 18 empréstimos
• 4º - José Eduardo Agualusa, com 16 empréstimos
• 5º - Geronimo Stilton, com 15 empréstimos
• 6º - Pedro Reisinho, Diana Hendry e Tim Warnes, com 10 empréstimos
• 9º e 10º - Margarida Castel_Branco e Jim Helmore, com 7 empréstimos.

 Os 10 Títulos + lidos:
• 1º - “A girafa que comia estrelas”, com 16 empréstimos
• 2º - “Uma noite de natal”, com 10 empréstimos
• 3º - “100 histórias do outro mundo”, “A bruxa esbrenhuxa”, “A viagem do carro encarnado”, “Anedotas de futebol”, “Formas e cores” e “O livro da família”, com 7 empréstimos
• 9º e 10º - “Barriguinha” e “A Gabriela e a espreitadela”, com 6 empréstimos.

 Os Leitores +:
• Raquel Heitor, do 2º ano, turma A (da professora Amélia), com 15 livros emprestados
• Sara Fava, do 2º ano, turma A (da professora Amélia), com 11 livros emprestados
• Daniel Martins e Helena Figueiredo, do 2º ano, turma A (da professora Amélia), com 10 empréstimos

 As Turmas + leitoras:
• 1º - 2º A (da professora Amélia), com 139 empréstimos
• 2º - Sala 2 do pré-escolar (da educadora Helena), com 121 empréstimos
• 3º - Sala 1 do pré-escolar (da educadora Manuela), com 114 empréstimos.



“Fora de porta” felicita os alunos, as turmas e as respetivas docentes.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

terça-feira, 3 de abril de 2012

Exposição de Arte na Praça Central do Centro Comercial Colombo


O projeto “A Arte chegou ao Colombo” nasceu com o objetivo de promover movimentos e atividades culturais fora dos seus espaços tradicionais, permitindo que muitos públicos possam interagir com a Arte de uma forma natural e espontânea.

A consolidação do projeto surge em parceria com o Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) e dá a conhecer uma extraordinária visão de Portugal medieval a partir da arte.

O projeto do Museu de Arte Antiga para o Centro Colombo desenvolve-se com base em duas exposições em torno da arte produzida e consumida em Portugal, desde a Idade Média ao período dos Descobrimentos.

A primeira exposição, já em exibição intitula-se “Construir Portugal. Arte da Idade Média”, a segunda exposição, irá decorrer entre 5 de julho até 30 de setembro e é subordinada ao tema “Desenhando o Mundo. Arte da Época dos Descobrimentos”.

A primeira mostra “Construir Portugal. Arte da Idade Média”, constitui uma fascinante narrativa do processo de formação do Reino, visto a partir de uma cuidada seleção de três dezenas de peças do acervo do MNAA: da conquista militar à formação das fronteiras; da cristianização do território à persistente sedução pela arte islâmica, que demonstra como a construção de Portugal como Estado e Nação insere-se num encontro de culturas e fés que conviveram na Península Ibérica até ao final da Idade Média, ultrapassando as fronteiras do novo Reino, concluídas em meados do século XIII com a conquista do Algarve, refletindo assim, parte substancial da produção artística, formas híbridas – moçárabes ou mudéjares-; das redes da devoção às da cultura e do comércio, forma-se e consolida-se um País que não tardará a romper os seus próprios limites. Essa fascinante aventura servirá de tema à segunda exposição: “Desenhando o Mundo. Arte da Época dos Descobrimentos”.

Com esta iniciativa, o Centro Colombo e o Museu Nacional de Arte Antiga pretendem incentivar a reflexão sobre a nossa história artística e sua evolução, bem como o seu impacto no desenvolvimento histórico e cultural de Portugal.

Aproveite esta Páscoa e vá visitar esta exposição!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Parabéns Kalandraka

A Editora portuguesa Kalandraka perfaz hoje, dia internacional do livro infantil, 10 anos de vida. Com uma linha editorial própria e inovadora, colocou no mercado nacional obras de autores estrangeiros para a infância que eram ainda inéditos ou já tinham saído de circulação.

"O coelhinho branco", adaptado de um conto tradicional português, foi um dos primeiros livros publicados pela Kalandraka e considerado um dos fundamentais para definir a linha editorial, que conta com cerca de 160 obras publicadas em dez anos.

Há dez anos, em Portugal "havia um mercado em certo sentido virgem em certos autores. Havia uma grande falha nos clássicos contemporâneos e na produção própria de álbuns ilustrados, que foi no que a Kalandraka se especializou", referiu a diretora editorial da Kalandraka Portugal, Margarida Noronha.

Pela Kalandraka sairam, por exemplo, obras de Maurice Sendak, Leo Leonni, Iela Mari, Eric Carle, Anthony Browne, Gianni Rodari e muita produção em língua espanhola, alguma em parceria com ilustradores portugueses.

Além de contos tradicionais e clássicos contemporâneos criaram ainda uma das poucas coleções pensadas especificamente para crianças com problemas de desenvolvimento, com paralisia cerebral ou perturbações do espectro do autismo.

O "fora de porta" deseja a esta editora um futuro promissor no qual continue a desenvolver projetos que incentivem o gosto pela leitura e estimulem a criatividade e a imaginação das nossas crianças.

Fonte: SICnotícias,01.04.2012 [Em linha][Consult. 01-04-2012]. Disponível em http://sicnoticias.sapo.pt/cultura/2012/04/01/kalandraka-cumpre-dez-anos-no-dia-internacional-do-livro-infantil

Dia Internacional do Livro Infantil

Com o objetivo de promover o gosto pela leitura junto dos mais novos, comemora-se a 2 de abril – data de aniversário do escritor Hans Christian Andersen – o Dia Internacional do Livro Infantil.

A DGLB assinala esta data com a publicação de um cartaz da autoria de Yara Kono, vencedor da 15ª edição do Prémio Nacional de Ilustração que apresentamos:

O dia internacional do livro infantil homenageia Hans Christian Andersen que se notabilizou por criar contos infantis que se tornaram ficções para leitores de todas as idades.

Autor dos célebres O Soldadinho de Chumbo, O Patinho Feio ou O Fato Novo do Imperador, nasceu a 2 de abril de 1805, em Odense, na Dinamarca, no seio de uma família humilde.

Depois da morte do pai, que lhe costumava contar histórias com a ajuda de um teatro de fantoches, mudou-se para Copenhaga. Nunca casou nem teve filhos e, em 1835, publicou os dois primeiros dos 156 contos que haveria de escrever, inspirado no mundo de fadas e duendes e na tradição popular dinamarquesa.

O"fora de porta" sugere como forma de comemoração a leitura de um trecho de uma das obras de Hans Christian Andersen existente na biblioteca escolar "O Soldadinho de chumbo":

«Era uma vez vinte e cinco soldados de chumbo, todos irmãos, porque tinham sido todos feitos da mesma colher de cozinha. Tinham armas aos ombros e olhavam em frente, muito elegantes nos seus uniformes encarnados e azuis. — Soldados de chumbo! — foi a primeira coisa que ouviram neste mundo, quando levantaram a tampa da caixa onde estavam.

Um rapazinho tinha dado esse grito e batido as palmas; tinham-lhos dado como prenda de anos, e ele colocou-os em cima de uma mesa. Os soldados eram todos iguais uns aos outros — excepto um, que só tinha uma perna; fora o último a ser moldado e já não havia chumbo que chegasse. No entanto, mantinha-se de pé tão bem como os outros que tinham duas pernas, e é ele o herói desta história.

Na mesa onde os colocaram havia muitos outros brinquedos, mas aquele em que se reparava logo era um castelo de papel. Pelas suas janelinhas via-se o interior das salas. À frente havia pequenas árvores à volta de um pedaço de espelho, a fingir que era um lago. Cisnes de cera pareciam flutuar na sua superfície e olhavam para o seu reflexo. Toda a cena era um encanto, mas o mais bonito de tudo era uma menina que estava à porta; também ela era feita de papel, mas tinha uma fina saia de musselina, uma estreita fita azul cruzada nos ombros, como se fosse um xaile, presa por uma brilhante lantejoula quase do tamanho da cara. A encantadora criaturinha tinha os braços estendidos, porque era uma bailarina; tinha mesmo uma perna tão levantada que o soldado de chumbo nem conseguia vê-la; então ele pensou que ela só tinha uma perna, tal como ele.

"Ora aí está a mulher que me convém", pensou ele. "Mas é tão importante; ela vive num castelo, e eu tenho uma caixa... e estamos vinte e cinco lá dentro! Não há espaço para ela, com certeza. Mas posso tentar conhecê-la."

Então, deitou-se ao comprido atrás de uma caixa de rapé que estava em cima da mesa; daí podia ver bem a dançarina de papel, que continuava de pé numa só perna sem perder o equilíbrio.

Quando anoiteceu, todos os outros soldados de chumbo foram guardados na caixa e as crianças foram para a cama. Nessa altura, os brinquedos começaram a brincar; jogaram às visitas, às escolas, às batalhas e às festas. Os soldados de chumbo chocalhavam na caixa, porque também queriam brincar, mas não conseguiam levantar a tampa. Os quebra-nozes davam cambalhotas e a pena da ardósia rangia a escrever; o barulho era tanto que o canário acordou e se meteu na conversa — melhor ainda, fê-lo em verso. Os dois únicos que não se mexeram foram o soldado de chumbo e a pequena bailarina; ela continuava apoiada na ponta do pé, com os braços estendidos; ele parado firmemente na sua única perna, sem nunca tirar os olhos dela.(...)»


Fonte: Contos de Hans Christian Andersen -"O firme soldado de chumbo"[Em linha][Consult. 01-04-2012]. Disponível em http://guida.querido.net/andersen/conto-04.htm

domingo, 1 de abril de 2012

Dia das mentiras

Hoje, dia 1 de abril, comemora-se o tradicional "Dia das mentiras". Mas por acaso sabe como surgiu esta tradição?

Há muitas explicações para o 1 de abril ter se transformado no “dia da mentira”, “dia das petas”, “dia dos tolos (de abril)” ou “dia dos bobos”. Uma delas diz que a brincadeira surgiu em França, no século XVI.

Desde o começo do século XVI, o Ano Novo era festejado no dia 25 de março, data que marcava a chegada da Primavera. As festas duravam uma semana e terminavam no dia 1 de abril.

Em 1564, depois da adoção do calendário gregoriano, o rei Carlos IX de França determinou que o ano novo seria comemorado no dia 1 de janeiro.

Alguns franceses resistiram à mudança e continuaram a seguir o calendário antigo, pelo qual o ano iniciaria em 1 de abril. Brincalhões passaram então a ridicularizá-los, a enviar presentes esquisitos e convites para festas que não existiam, anunciando celebrações que não se realizavam. Daí a até dizerem outras mentirolas foi um passo.

Hoje, até os jornais, a rádio e a televisão fazem gala em inventar as suas mentiras.

Fonte: Wikipedia, dia da mentira [Em linha] [Consult. 29-03-2012]. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_da_mentira

É DIA DAS MENTIRAS

É o Dia das Mentiras.

Ninguém vai levar a mal

que se inventem mil mentiras

e até saiam no jornal.


Disse-me o primo Gonçalo

que hoje estava a nevar.

Vesti sete camisolas,

com o sol sempre a brilhar.


Perguntei lá na cantina

o que seria o almoço.

Responderam: Gafanhotos

e casquinhas de tremoço.


A professora, marota,

ia-me dando um desgosto

ao anunciar: Há aulas

no mês de Julho e Agosto.


Mas a maior das mentiras

foi a da televisão

que mostrou um dinossauro

a tomar banho em Olhão.


Amanhã vamos deixar

as mentiras na gaveta

e esperar por 1 de Abril

para pregar mais uma peta.


Falei para a minha mãe:

Olhe os ratos nos sofás!

Ela ia desmaiando

e quase caiu para trás.


Fonte: SOARES, Luísa Ducla; "O livro das datas"; Livraria Civilização Editora, Porto, 2009, 68 p.